
Iniciando a apresentação, Messias disse que "a riqueza do vinho está na uva", pois uma boa uva se faz um bom vinho. Mas uma uva ruim jamais fará um vinho bom. A seguir listamos os vinhos apresentados e os respectivos comentários do enólogo português.
Messias Espumante Milésime Grand Cuvée 2012: espumante produzido pelo método tradicional, conhecido como Champenoise. Recebeu 89 pontos por Robert Parker, o que é uma ótima pontuação para um espumante português. Na sua composição foram usadas três uvas: a tinta Baga (principal casta da Bairrada) e as brancas Bical e Chardonnay.
Santola Vinho Verde DOC 2016: vinho branco com pouco álcool (9%) e acidez forte. Pode harmonizar com diversos pratos como bacalhau, grelhados, mariscos... O vinho verde não significa que o vinho seja verde, o nome vem da região Vinhos Verdes, que fica no noroeste de Portugal.
Quinta do Cachão Tinto 2013: a palavra "cachão" vem de “cachoeira” que é uma palavra brasileira e não portuguesa. Embora a similaridade, o nome nada tem a ver com "caixão". Esse vinho é feito com diversas uvas características do Douro. Quinta do Cachão é muito fácil de beber, redondo, complexo, com taninos que quase não se notam. Permaneceu por 12 meses em barricas de carvalho francês (de segundo uso) e pode ser harmonizado com diversos pratos de bacalhau. Ao contrário do Brasil, onde o vinho branco é muito usado para acompanhar o bacalhau, em Portugal usa-se muito o vinho tinto.
Aprendiz DOC 2013: Definido por Messias como "um vinho consensual" tanto para o consumidor que está entrando no mundo dos vinhos como para aqueles que estão há mais tempo. Seus taninos são redondos e o aroma lembra frutas vermelhas. Apesar de ser menos amadeirado do que o Quinta do Cachão, é um vinho mais complexo devido ao uso, em sua maioria, da uva Tinto Cão.
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Fonte: Meu Vinho







